 Mark
Ryden | 
Inde... pendencia alguma ir e vir em mundo-espaço-livre.
Incomodo dominadores intrigo desconfiados. Vou quando quero, fico quando vou.
Sou quando quero, sei o que quero. No desejo venho. Em silencio, te observo.
Minha contemplação... preguiça? Meu enigma... falsidade?
Quantas farsas suas, tantos medos, espelhas em meus pelos enquanto me
alongo e pulo pra fora do seu domínio! Controlador, indeciso,
medroso, covarde. Homo prepotente com cheiro de rato! ANGELA
SCHNOOR
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