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Gato Yo Mangani
Gatinho Pokemon
O gato que roubava dólares
Adeus. Olá
Príncipe Pirata
Gato com estilo
Naomi, Babe
A incrível Gata Carolina

Era uma noite escura de tempestade. Eu trabalhava no computador quando ouvi o miado alto e fino de um gatinho bebê na rua. Desci para ver, o bichinho estava embaixo dos carros estacionados na calçada. Não teve jeito de pegá-lo. Fui em casa e voltei com presunto, leite, carne moída. Ele devorava tudo sem me deixar chegar perto. Tinha cerca de 2 meses. Com toda razão detestava gente. Só um filho da puta abandona um bicho assim, ainda mais numa noite de chuva. O gatinho fugia por baixo dos carros estacionados, corria perigo de verdade. Levei minha gata Leonora pra ajudar a pegar o bichinho. Já amanhecia. Deu certo. Quando ele viu a Leonora correu pra junto dela e eu o peguei. Com o tempo passou a gostar de nós. Com reservas, claro. Detesta qualquer movimento brusco.
É um gato-lince enorme, peludíssimo, finíssimo. Um skogg kat carioca, da Ilha do Governador. Não briga com os outros gatos: uma só patada firme na testa do inimigo resolve qualquer questão. Em silêncio, enquanto eu pensava que ele era só um bebê inocente de 5 meses, engravidou duas gatas adultas sem que se ouvisse um só miado mais alto na casa. Poki sempre sabe o que os outros sentem e detesta grosseria. Se fosse uma pessoa seria um inglês daqueles que caçam marrecos e perdizes de vez em quando para o jantar. Teria roupas lindas, confortáveis e meio gastas, só porque mandaria o mordomo vesti-las até que perdessem o ar de domingo de festa no interior.